Lançamento de E-book

Está disponível o e-book Portugal, Destino a Comunicar. A Comunicação no Turismo Português que reúne contributos para a contextualização e discussão da importância da comunicação para o turismo português, tendo em conta a evolução da divulgação do destino Portugal nos últimos anos. Considerando a importância de aferir a sua estratégia e eficácia foram abordadas as seguintes questões: qual é o posicionamento de Portugal no mercado turístico mundial? Que oportunidades de crescimento parecem mais promissoras? Qual a abordagem patente nas últimas campanhas de comunicação para o exterior? Em que medida as profissões ligadas à comunicação e ao turismo podem cooperar para fazer de Portugal um destino mais atrativo?

Com contributos de profissionais do setor público e privado do Turismo, de académicos e investigadores da área das Ciências da Comunicação, do Turismo e da Antropologia.

capa e-book 2

É necessário o Adobe Digital Editions (gratuito) para abrir o ficheiro num desktop/Laptop (Mac ou Windows).

O Destino Manifesto

Destino ManifestoO Destino Manifesto assume-se como o intangível na história das Nações. Este trabalho apresenta a dimensão espiritual (latente) do Povo como fio condutor que atravessa a sua História e a determina. Enfatizando personagens e episódios históricos (da Fundação à atualidade), mitos e ritos, símbolos literários e arquitetónicos; enaltece a essência do “ser português” tentando lançar pistas para a inter-pretação do “enigma” da Cultura e da “Maneira de Ser” portuguesas.
O Destino Manifesto é um fenómeno que agrega os elementos da história de uma nação num todo, numa estrutura base dos conceitos e das crenças que sustentam a vida e a cultura de um povo; e o guiam na prossecução da sua história. Como todos os fenómenos, implica uma cadeia de causas que permitem a atualização dos factos; e afeta uma cadeia de potencializações, por vezes, contraditórias e antagónicas, enquanto causas finais e opostas.

Disponível na Livraria Bisturi do ISCSP (Pólo Universitário da Ajuda)
ou directamente nas MGI Edições
Contactos:
214 151 215
966 602 678
Email:mgi-portugal@netcabo.pt

Jornalismo e Relações Públicas

Na literatura de Relações Públicas aprende-se que os Jornalistas podem ser os maiores amigos ou inimigos do profissional de Relações Públicas. É recomendado o cultivo de boas relações com aqueles profissionais, pois são eles que decidem se publicam ou não um press release, ou se divulgam uma informação que pode ser crucial para uma organização. Aprende-se que os Relações Públicas são fontes de informação, numa relação de “amor-ódio”.

Entre preconceitos de parte a parte, o novo relatório da PEW The State of the Media 2013 revela preocupações acrescidas para o mercado mundial dos media, com o decréscimo de postos de trabalho e da influência do jornalismo na sociedade. Do outro lado da equação, temos o aumento do número de profissionais de relações públicas na disseminação de informação (não seleccionada pelos gatekeepers) aos públicos.

A ingerência das Relações Públicas no Jornalismo e a desvirtuação do Jornalismo, levam ao surgimento de conteúdos híbridos como o Branded Content e o Sponsor Generated Content, com todas as desvantagens que os mesmos implicam em termos de igualdade e valor notícia. Não obstante, e devido aos princípios éticos que pautam a actividade dos profissionais de relações públicas, as desvantagens são menores quando comparadas com o uso dos websites de redes sociais pelos jornalistas como recursos jornalísticos (como fontes de informação!), como demonstra o estudo de Lariscya, Avery, Sweetser & Howes (2009).

5 características fundamentais (RP)

Parece uma fala do filme High Fidelity, mas não, a inspiração vem da PR Daily e do artigo do Scott Signore. De acordo com o autor, há cinco aspectos fundamentais para se ser um bom profissional de Relações Públicas:

1. Ser resiliente (ou ter a “pele grossa”) para superar a crítica e os nãos (de colegas, superiores e clientes);

2. Procurar sempre o próximo passo, a próxima novidade;

3. Estar sempre informado sobre o mercado, tendências, rumores…;

4. Ser dinâmico e entusiasta;

5. Conhecer as palavras certas, para o momento certo, portanto, ser habilidoso na construção rápida de mensagens.

 

Eu diria, para ser um bom profissional… seja de relações públicas ou não!

 

Ética na Internet

Ethical Decision-Making and Internet Research:

Recommendations from the AoIR Ethics Working Committee (Version 2.0)

**

A Associação de Investigadores da Internet acaba de aprovar uma nova versão das Directrizes Éticas que se encontra disponível em: http://aoir.org/documents/ethics-guide/

No website da AoIR é ainda possível encontrar uma wiki em construção que reúne recursos pertinentes para o estudo da ética na internet.

http://ethics.aoir.org/